domingo, 23 de dezembro de 2012

CALIXTO, BAIANO DE ILHÉUS





Olhos insinuantes
Pintados magistralmente
sobre tom de ébano embriagante
Felino de doce pele,
solto na madrugada
Buscando a boca rosada
Atrás de olhares azulados
De pulsares ritmados adocicados
A maresia de Ilhéus acompanhou teu rastro
Deixando na sua boca um quê de pecado
Na sua aura um ar interessado
Na sua conversa um acorde apaixonado
Baiano da terra distante,
Saiu da rede,
Caiu no balanço, na grama menos verde,
Na garoa e no nevoeiro,
Onde não há praia,
Onde o vento te conta segredos
E só a clara paulistana, decifra-os com você...
Bem vindo ao meu coração!!!

Vera Celms
Licença Creative Commons
O trabalho CALIXTO BAIANO DE ILHÉUS de Vera Celms foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Não Adaptada.

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