domingo, 22 de fevereiro de 2015

DESIMPORTANTE





Eu amava,
até descobrir que dói bem menos, não se importar.
Recuso-me a sentir saudades...
Recuso-me arrepender-me,
esperar qualquer sofrimento será inútil.
As borboletas que inquietavam meu estômago,
perderam as asas e hoje,
rastejam no que sobrou de você; no nada
Sozinha estarei mais segura,
Sofrerei sobre o que eu mesma provocar,
ou  celebrarei, da mesma forma,
Não penso mais em você, em nós,
Não olho mais pra trás
Não revisito os momentos,
De fato, dói bem menos não me importar...

Vera Celms
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